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Phoneutria (Aranha-armadeira) - Em situação de defesa apóia-se nas pernas traseiras erguendo as dianteiras e abre as quelíceras para facilitar a utilização dos ferrões. Não constrói teia e caça principalmente à noite. Ataques acontecem principalmente ao se manusear material de construção, entulho, lenha ou calçar sapatos. Atinge tamanhos de 3 a 4 cm de corpo e até 15 cm de envergadura, considerando-se as pernas.
A maioria dos acidentes se manifesta por dor local acompanhada eventualmente de taquicardia e agitação. Nos casos de acidentes moderados aos mais graves, ocorrem sudorese, vômitos, hipertonia muscular, priapismo, choque e até edema pulmonar agudo. Os óbitos causados por acidentes com Phoneutria são muito raros mas, a critério médico, deve-se avaliar a necessidade de tratamento soroterápico anti-aracnídeo e de internação da vítima.